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Portugiesische Verteilschriften

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Portugiesisch: Krippe, Kreuz und Krone
Portugiesisch: Krippe, Kreuz und Krone

Prof. Dr. Werner Gitt erklärt in dieser Schrift den Heilsplan Gottes - angefangen bei der Geburt Jesu (Krippe), über seinen Tod (Kreuz), bis hin zur Entrückung und ewigen Herrlichkeit (Krone). Gott schuf Abhilfe für die "Urkatastrophe" der Menschheit, den Sündenfall. Wie in der Bibel vorhergesagt, sandte er seinen Sohn auf die Erde. "Nie aber hat die Welt einen Gott gesehen - bis es Weihnachten wurde." Das Kreuz wurde für Kritiker zum Anstoß. Sie verstehen nicht, wie ein "Hinrichtungsinstrument" zum Zentrum eines Glaubens werden kann. Prof. Dr. Gitt sieht diese Kritik als Indiz, dass die Menschen ihr Sündenbewusstsein verloren haben: Es gab keinen anderen Weg für die Rettung des Menschen, weil die Trennung zwischen Gott und uns durch die Sünde so groß ist. Wenn Jesus einmal wieder kommt, wird man ihn als König erkennen. Dann wird die Menschheit zweigeteilt sein in Angenommene und Verworfene. Für diejenigen, die Jesus in ihr Leben aufnehmen wollen, gibt es ein vorformuliertes Gebet, das ihnen dabei hilft. Dieses Traktat eignet sich besonders gut zur Weitergabe an suchende Menschen!

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Portugiesisch: Reise ohne Rückkehr
Portugiesisch: Reise ohne Rückkehr

Die Verteilschrift „Reise ohne Rückkehr“ von Prof. Dr. Werner Gitt zur enthält die Botschaft von zwei Zügen, die unterwegs sind Richtung Ewigkeit. Der „Lebenszug“, hat den Himmel als Ziel, der „Todeszug“ dagegen fährt in die ewige Verdammnis. Jeder wird eingeladen, vom Todeszug in den Lebenszug umzusteigen. Dies ist möglich für den, der Vergebung seiner Sünden durch Jesus Christus bekommt und ihn als Retter seines Lebens im Glauben annimmt. Dieses Traktat eignet sich besonders gut zur Weitergabe an suchende Menschen! VIAGEM SEM REGRESSO Numa Igreja do Sul do Tirol, no norte de Itália, numa parede baixa, estão colocadas quatro caveiras. Sobre elas está um letreiro em que estão escritas as palavras, “Quem era o louco? Quem era o sábio? Quem era o pedinte? Quem era o imperador?” O poder e a riqueza do imperador já lá não estavam para nos darem um indicio da sua identidade. Talvez a caveira do pedinte esteja mesmo ao lado da sua, mas de igual modo, a pobreza do pedinte, os andrajos e o estômago a roncar de fome já lá não estavam para atestar a sua identidade. Talvez devêssemos erguer um segundo letreiro com as palavras “A morte tornou-os iguais!” Mas será realmente este o caso? Ao contrário das estratégias de “marketing” que rotulam certas classes de clientes, a morte não é, certamente, respeitadora das pessoas; ninguém lhe consegue escapar em razão da distinção de classes. Não admira, portanto, que muitas pessoas tenham parado para reflectir profundamente sobre isto, quer sejam filósofos, poetas, políticos, desportistas, actores, analfabetos, quer laureados com o Prémio Nobel. Os antigos egípcios eram particularmente assíduos; as Pirâmides de Gizé são os maiores monumentos comemorativos da morte que existem no mundo. Mas tal esforço humano tem realmente algum valor? Nas palavras do poeta alemão Emanuel Geibel “A vida é um eterno enigma, a morte um mistério eterno.” Das numerosas tentativas para compreender o significado da morte, a teoria da evolução é inegavelmente a mais largamente famosa. A MORTE NA VISÃO MUNDANA DA EVOLUÇÃO A morte está profundamente ancorada na idealização da evolução; tanto que teríamos que concluir que sem a morte não haveria absolutamente nenhuma vida na Terra. Isto é claro, a partir dos quatro princípios básicos da evolução relativos à morte. 1. Morte – Uma condição necessária para a evolução. O físico alemão Carl Friedrich V. Weizsäcker acentuou: “Se os indivíduos não morressem não haveria evolução nem nenhuns novos indivíduos com novos atributos. A morte do indivíduo é um pré-requisito para a evolução.” 2. Morte – Uma invenção da evolução. O professor de biologia Widmar Tanner, de Regensburg no Sul da Alemanha, coloca a questão existencial justificável: “Como e porquê a morte entraria no nosso mundo se ela não fosse absolutamente necessária?” e dá a resposta: “O envelhecimento e a duração da vida são fenómenos de adaptação que desenvolvemos no decurso da evolução. A invenção da morte acelerou essencialmente o progresso da evolução.” Para ele o encastrado programa da morte oferece uma oportunidade perpétua para experimentar a evolução com qualquer coisa nova. 3. Morte – A criadora da vida. Até que ponto a visão mundana da evolução diverge da Bíblia torna-se particularmente claro, quando a evolução eleva a morte ao ponto de se tornar criadora da vida. Isto é expresso pelo microbiologista Reinhard W. Kaplan: “Encastrar o envelhecimento e a morte pode parecer doloroso para o indivíduo, particularmente para os humanos, mas esse é o preço que deve ser pago pelo facto de a evolução, em primeiro lugar, criar vida.” 4. Morte – O absoluto fim da vida. De acordo com a doutrina da evolução, a vida é exclusivamente baseada nas propriedades da matéria entre as fronteiras da física e da química (Manfred Eigen, químico biofísico e vencedor do Prémio Nobel). Vemos aqui que a evolução não fornece uma explicação satisfatória para a morte. Não há lugar para a continuação da vida depois da morte quando a realidade é reduzida desta maneira a meros fenómenos materiais. Os humanos são reduzidos a máquinas biológicas, tornados inúteis quando o organismo morre. A morte serve somente para o surgimento da vida subsequente no comboio da evolução. O valor da vida humana não é mais do que o da sua contribuição para a evolução. QUEM TEM A RESPOSTA? Haverá alguém que nos possa dar uma resposta para todas estas arrebatadoras questões sobre a natureza da morte e do que vem depois dela? Se houvesse uma tal pessoa teria que satisfazer os quatro convincentes requisitos seguintes: 1. Ele próprio deveria ter experimentado a morte (de maneira a poder fornecer os conhecimentos em primeira mão). 2. Deveria ter regressado da morte (de modo a contar-nos sobre aquilo que tinha experimentado). 3. Deveria ter poder sobre a morte (tornando-o uma autoridade em tal assunto). 4. Deveria ser completamente fidedigno (de modo a fazer-nos acreditar no relato que fizesse). Ao longo da História só há uma pessoa que preenche estes requisitos, Jesus Cristo. 1. Foi crucificado e morreu fora das portas de Jerusalém. Os seus inimigos queriam ter a certeza de que Ele estava morto, por isso trespassaram o seu lado com uma lança, fazendo com que saísse sangue e água (João 19:34). Isto convenceu-os de que Ele realmente estava morto [Requisito de satisfação 1] 2. Ele já tinha predito que ressurgiria dos mortos ao terceiro dia. Isto realmente aconteceu e as primeiras testemunhas foram as mulheres que iam ao seu sepulcro na manhã da Páscoa. O anjo disse-lhes então, “Ele não está aqui, ele ressuscitou!” (Lucas 24:6) [Requisito de satisfação 2] 3. O Novo Testamento relata três exemplos de ressurreição da morte através do poder de Jesus: Lázaro em Betânia (João 11:41-45), o filho da viúva de Naím (Lucas 7:11-17) e a filha de Jairo (Marcos 5:35-43). Ninguém tem autoridade sobre a morte senão somente Jesus [Requisito de satisfação 3] 4. De todas as pessoas que caminharam sobre a face desta terra, só Jesus foi capaz de viver de acordo com a sua declaração “Eu sou a verdade” (João 14:6), apesar de todas as tentativas dos seus inimigos para provar uma única acusação contra Ele [Requisito de satisfação 4] Será possível que tenhamos chegado ao lugar exacto, à fonte de toda a verdade? A verdade é vital. Quem é que quererá basear a sua vida num erro? Sejamos claros: somente uma pessoa tem a qualificação necessária para nos dar uma resposta certa. Ele diz-nos o que acontece imediatamente depois de morrermos. Em Lucas 16:19-31 Jesus explica isto, usando o exemplo de duas pessoas acabadas de morrer. Uma delas conhecia Deus; a outra tinha-O rejeitado. Lázaro é levado pelos anjos ao seio de Abraão, a um lugar que Jesus também chama Paraíso (Lucas 23:43), onde ele se alimenta bem e está confortável. O outro homem, que vivera ricamente, encontrou-se no inferno quando morreu e descreveu a sua situação atroz com as palavras, “Estou atormentado neste fogo” (Lucas 16:24b). A morte não é, de modo nenhum, a grande igualadora. Pelo contrário, se durante a vida na Terra nós pensamos que há um abismo de grande amplitude, o abismo tornar-se-á indescritivelmente mais profundo no outro lado da barreira da morte. Como é que explicaremos isto? A TRIPLA MORTE A mensagem da Bíblia é inequívoca. Este mundo e toda a vida são produtos dos actos criadores de Deus. Foi uma criação acabada e perfeita, que Deus designou como “muito boa”. Ele criou todas as coisas através do seu artífice mestre (Provérbios 8:30), o Senhor Jesus (João 1:10; Colossenses 1:16) enquanto permanecia verdadeiro para os seus atributos de suavidade, misericórdia e amor pela criação; muito oposto à estratégia da evolução que é marcada pelo sofrimento e lágrimas, crueldade e morte. Qualquer pessoa que encare Deus como o autor da evolução, que sugira que este foi o método da criação, está a falsear o carácter de Deus. A ideia de que Deus conduziu a evolução (a chamada evolução teísta), por conseguinte, é completamente insustentável. Então de onde vem a morte, se não é um factor de evolução, nem corresponde ao carácter de Deus? Em primeiro lugar a morte é universal. Todas as pessoas morrem, quer seja na juventude, quer em idade mais avançada, quer as moralmente respeitáveis, quer os ladrões e assassinos, quer os crentes, quer os não crentes. Um tal efeito universal e radical deve ter uma causa igualmente radical. A Bíblia fala da morte como a consequência do pecado humano. Apesar do aviso de Deus (Génesis 2:17), o homem abusou da liberdade que lhe tinha sido dada e caiu da graça de Deus. A partir desse momento, a lei do pecado entrou em vigor: “O salário do pecado é a morte” (Romanos 6:23). O homem tropeçou para o que pode ser chamado o trilho da morte, que se mostra como uma grossa seta negra no diagrama. Podemos descrever isso como o comboio da morte. Desde Adão, que foi o responsável por permitir a entrada da morte na criação (1 Coríntios 15:22a), que toda a raça humana está agora neste comboio terrível: “Portanto, assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, assim também a morte passou a todos os homens, porque todos pecaram.” (Romanos 5:12). Antes da Queda do Homem a morte era desconhecida em toda a criação. Ora, quando a Bíblia fala de morte, isto de maneira nenhuma significa a cessação da existência. A definição bíblica de morte é “separação, afastamento”. Porque a Queda significa a tripla morte (veja-se o diagrama), deve haver uma tripla separação. 1. Morte do espírito. No momento da Queda, o espírito da humanidade morreu, o que significa que o homem foi banido da companhia de Deus. Até hoje esta é a condição de todos os humanos que não descobriram que se podem confiar ao seu Criador. Só eles determinam as suas vidas e são vítimas de paixões e ilusões resultantes da sua separação de Deus. Conduzem as suas vidas como se Deus não existisse. Não têm ideia quem Jesus Cristo é e rejeitam a mensagem da Bíblia. Embora possam estar bem vivos no corpo, estão espiritualmente mortos. 2. Morte do corpo. Uma consequência adicional é a morte do corpo: “… até que voltes à terra pois dela foste formado …” (Génesis 3:19) toda a criação está sujeita a apodrecer por causa da Queda. 3. Morte eterna. O destino final do comboio da morte é a morte eterna. Ali, a existência humana não se extinguirá (Lucas 16:19-31), antes continua num estado de eterna separação de Deus. Está sujeito à ira de Deus, porque “o resultado de uma só transgressão foi a condenação de todos os homens” (Romanos 5:18). Jesus chama a este lugar inferno da condenação; é o lugar da mais inimaginável horrível existência, o fogo não pode ser extinto (Marcos 9:43 e 45) e é eterno (Mateus 25:41). “Ali haverá choro e ranger de dentes” (Lucas 13:28). É um lugar arrepiante onde “Não lhes morre o verme, nem o fogo se apaga” (Marcos 9:48); um lugar de “eterna destruição” (2 Tessalonicenses 1:9). Como é que Deus encara a nossa auto-imposta corrida para a destruição? A Sua misericórdia ilimitada e o Seu amor por nós impeliu-O a enviar o seu único Filho para a Cruz para realizar o Seu incomparável plano de acção para nos salvar. As palavras de Jesus “Está consumado”, marcou a consecução deste plano. É a expressa vontade de Deus (e.g. 1 Timóteo 2:4) para nos salvar do inferno eterno ou, para dizer isto de uma maneira figurada, tornar possível para nós saltarmos fora do desenfreado comboio da morte. Somos convidados a entrar pela porta estreita que conduz ao céu (Mateus 7:13a + 14). De acordo com o testemunho da Bíblia, Jesus é a única porta, a única maneira para sermos salvos. Quando embarcamos no comboio da vida, encontramo-nos sobre um trilho diferente – o caminho da vida eterna. Mudar de comboio significa que nos voltamos para Jesus, somos honestos com Ele acerca de nós próprios, pedimos-Lhe para nos perdoar, arrependemo-nos e aceitamo-Lo como nosso Salvador. Aos olhos de Deus tornamo-nos novas criaturas. A assombrosa dádiva do perdão está disponível para cada um de nós, pessoal e livremente. Esta dádiva de graça custou a Deus um preço incomensurável, o sacrifício de Seu Filho. Aceitar a dádiva de Deus é a acção que nos dará a vida eterna (João 5:24). Esta oportunidade é-lhe oferecida a si, somente no decurso a sua vida na Terra, assim faça a sua escolha hoje (não pode garantir que haverá um amanhã)! O SENTIDO DA VIDA Depois de uma conferência, um jovem aproximou-se de mim. Perguntei-lhe “Onde é que está agora?” A sua breve resposta, replicando a minha analogia do comboio foi. “Estou de pé no cais da estação!” Ele reconhecera uma coisa, devia deixar o comboio da morte o mais depressa possível! Perguntou: “Como é que posso entrar no comboio da vida?” Mostrei-lhe o caminho e está agora a viajar contente para o melhor dos destinos. Deus não é só um Deus que está zangado com o pecado, Ele é também um Deus de amor para com o pecador. Se hoje embarcarmos no comboio da vida, também reservaremos uma morada num lugar de beleza, o céu, do qual se diz em 1 Coríntios 2:9: “Nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem mente nenhuma imaginou o que Deus preparou para aqueles que o amam.” A sua residência eterna é, unicamente, uma decisão ao longe. Escolherá a morte ou a vida? O céu ou o inferno? “Coloquei diante de vós a vida [eterna] e a morte [eterna], a bênção e a maldição. Agora escolham a vida …” (Deuteronómio 30:19). Uma vez mais vemos que Deus aponta claramente para a vida. O diagrama mostra claramente que: Se nascemos apenas uma vez (nascimento natural), morremos duas vezes (primeiro amorte do corpo, depois a morte eterna); mas se nascermos duas vezes (nascimento natural e novo nascimento através de Cristo), morreremos apenas uma vez (a morte do corpo). Confiar no Filho de Deus liberta-nos da condenação do seu julgamento e dá-nos a certeza de que teremos a vida eterna “Quem ouve a minha palavra e crê naquele que me enviou tem a vida eterna, e não entra em juízo, mas passou da morte [espiritual] para a vida [eterna]” (João 5:24). Se considerarmos o alcance de cada decisão de fé, torna-se claro que o conceito da evolução e os seus ensinamentos sobre a morte, tem um trágico efeito nos seus aderentes. Obscurece o perigo da morte Eterna e pode fazer com que as pessoas percam a oferta da salvação. Mas Jesus veio para nos salvar do abismo, do inferno. Voltemo-nos hoje para Deus com uma prece e, com isso, abandonemos o comboio da morte e saltemos para o comboio da vida. Podemos permitir que Deus comece a sua mudança radical de direcção na nossa vida, com a seguinte oração: “Senhor Jesus Cristo, reconheço a fatalidade da minha situação. A minha maneira de viver não é, de modo algum, compatível com a Vossa Palavra. Sei, agora, que estou sentado no comboio errado. Estou profundamente comovido e imploro-Vos que me ajudeis. Perdoai todas as minhas culpas, pelas quais estou verdadeiramente triste, e mudai a minha vida enquanto leio a Vossa Palavra e aprendo a viver por ela. Com a vossa ajuda quero embarcar no comboio da vida e ficar Convosco para sempre. Aceito-Vos agora na minha vida. Sede o meu Senhor e dai-me a força e o querer para Vos seguir. Do fundo do coração Vos agradeço por me teres libertado dos meus pecados e por agora ser chamado Filho de Deus. Amem.” Director e Professor (Retirado)Dr.-Engº. Werner Gitt

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Portugiesisch: Wer hat die Welt am meisten verändert?
Portugiesisch: Wer hat die Welt am meisten verändert?

Wir suchen den, der die tiefste Spur in der Menschheitsgeschichte hinterlassen und das Leben anderer Menschen am meisten beeinflusst hat. Wer hat die größte Bedeutung für unser Leben? Folgende Kriterien werden benannt, nach denen wir beurteilen wollen: Wer hat den Menschen die größte und weitreichendste Hilfe gebracht? Wessen Aussagen sind nie veraltet und heute noch hochaktuell? Wer hat sich persönlich für jeden von uns eingesetzt? Wessen Tat ist für jeden von uns wirksam? Zur Beantwortung dieser Fragen wird das Wirken von Menschen aus unterschiedlichen Bereichen betrachtet und schließlich die Person genauer beschrieben, auf die die richtige Antwort zutrifft. Von allen, die über diese Welt gingen, ist der Gottessohn Jesus Christus der Einzigartige und Unvergleichbare, den niemand kopieren kann.

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Portugiesisch: Wer ist der Schöpfer?
Portugiesisch: Wer ist der Schöpfer?

Prof. Dr. Werner Gitt beleuchtet die Frage, ob es einen Schöpfer gibt, oder ob die Welt durch Evolution entstanden ist und lädt dazu ein, sich dem Schöpfer anzuvertrauen. An verschiedenen Beispielen wird die Genialität der Schöpfung dargestellt. Als Wissenschaftler erklärt Prof. Dr. Werner Gitt, dass die unglaubliche Information, die in der ganzen Schöpfung steckt, einer intelligenten Quelle bedarf. Diese Quelle ist Gott selbst. Die Wissenschaft kann nur das "Was" analysieren, nicht aber das "Woher". Das "Am Anfang schuf Gott Himmel und Erde" der Bibel gibt uns eine Antwort auf die Frage nach der Herkunft des Lebens. Der Gedanke, Gott hätte durch Evolution geschaffen (die so genannte "Theistische Evolution"), untergräbt die Autorität der Bibel und ist mit dem christlichen Glauben unvereinbar. Die Bibel zeigt deutlich, dass Jesus der Schöpfer ist. Jesus hat die Menschen geschaffen und liebt sie hingebungsvoll. Darum lädt Jesus dazu ein, diese Liebe anzunehmen. Dieses Traktat eignet sich besonders gut zur Weitergabe an suchende Menschen! Quem é o Criador? O mundo que nós observamos Um olhar sobre o domínio dos seres vivos mostra-nos conceitos extremamente orientados para um objectivo: o cachalote, um mamífero, está equipado de modo a poder mergulhar até 3.000 metros de profundidade, sem correr o risco de morrer de descompressão ao emergir, e o pica-pau-malhado bate com golpes violentos contra as árvores, sem sofrer traumatismos cranianos. A vida depende, na maioria dos casos, do pleno funcionamentodos orgãos (por exemplo, coração, fígado, rins). Orgãos com desenvolvimento incompleto ou má formação são inúteis. Quem pensa segundo a teoria do Darwinismo deve saber que a evolução desconhece qualquer perspectiva direccionada a um posterior funcionamento de um orgão. Muitas aves migratórias dispõem de um piloto automático que, independentemente do tempo, quer de dia, quer de noite, as conduzem com precisão ao seu destino. A tarambola-dourada, por exemplo, voa do Alasca ao Hawai para hibernação. A necessidade energética de 70 gramas de gordura para um voo de 4.500 km foi precisamente calculada, ficando até uma reserva de 6,8 gramas para o caso de ventos contrários. O náutilo vive na parte final externa de uma concha em espiral, que tem o seu interior dividido em câmaras. Estas são preenchidas com gás, de acordo com a profundidade, de forma que seja sempre alcançada uma condição de flutuabilidade. Em comparação com isto os nossos modernos submarinos parecem pesados e desajeitados. Esses animais posicionam-se normalmente em profundidades de cerca de 400 metros e, durante a noite, sobem até aos 100 metros. Algumas bactérias microscópicas incorporam electromotores accionados por protões, podendo funcionar tanto para a frente como para trás. Num espaço extremamente pequeno, de apenas seis bilionésimas de milímetro cúbico, a bactéria coli dispõe de seis desses motores, uma fábrica de produção de energia, um sistema de computadores e um número nada pequeno de fábricas químicas. Uma célula viva é 1010 mais complicada e mais genialmente formada que todas as máquinas de fabricação humana. Nelas funcionam simultaneamente milhares de processos químicos regulados e sincronizados. Nas moléculas de ADN das células vivas encontra-se a maior densidade de informação conhecida. Utilizando esta técnica de armazenamento, quantos livros de bolso poderiam ser acumulados na cabeça de um alfinete, caso fossem apenas formados por material de ADN? Seriam quinze biliões de exemplares! Colocados uns sobre os outros, formariam uma pilha de 200 milhões de quilómetros de altura, o que corresponderia a mais de 500 vezes a distância da terra à lua (= 340.000 km). No nosso universo encontrarm-se mais de 1025 de estrelas (= número 1 seguido de 25 zeros). Nenhuma vida humana é suficientemente longa para as contar. Um computador extremamente rápido, que pudesse realizar dez biliões de operações matemáticas por segundo, necessitaria para isso de 30 biliões de anos. Considerando apenas estes poucos exemplos, qualquer ser racional colocará a pergunta sobre a origem destes conceitos geniais. A teoria da Evolução, que tem sido aceite por muitos contemporâneos, não é de modo nenhum aceitável, porque se reduz exclusivamente à matéria, inclusivé à imensa informação presente nas células, nas almas e na consciência. A lei material da informação é algo não material e que está sempre associada a uma fonte portadora de inteligência, precisando portanto de um inventor com vontade. A inteligência e a sabedoria expressas através das obras da criação são dominantes. A conclusão de que as obras da criação estão relacionadas com un inventor criativo é, desta forma, inevitável. Pergunta-se: Onde podemos encontrar a resposta fiável? Na área das ciências da natureza é apenas possível a pesquisa no espaço e no tempo, por meio de diversos métodos de peso e de medida. Apenas o “o quê?” do que foi criado pode ser analisado e não o “de onde?”. A resposta à segunda pergunta encontra-se acima de qualquer esforço humano e apenas pode ser dada pelo próprio Criador. Mas onde se revela o Criador? Na Bíblia, no Corão ou noutro livro de história do mundo? As muitas religiões do nosso mundo não podem ser todas verdadeiras, visto que são todas diferentes e dão respostas que se contradizem umas às outras. Ou são todas falsas, ou apenas uma é verdadeira. Um critério muito importante de identificação da verdade são as profecias que já se cumpriram. A Bíblia é o único livro onde 3.268 profecias proferidas há muito tempo atrás comprovadamente se cumpriram mais tarde. Nenhum outro livro do mundo apresenta este indício de qualidade. A Bíblia destaca-se e é única em comparação com qualquer outro livro que já tenha sido escrito. Por esta razão a Bíblia é para mim a palavra de Deus dirigida a nós, seres humanos. Logo no versículo inicial a Bíblia nos responde quem é o Criador. “No princípio criou Deus os céus e a terra.” Isto ajusta-se perfeitamente à exigência, acima citada, de uma fonte inteligente. Quem é a pessoa do Criador? Deus sempre existiu. Antes de existir espaço, tempo e matéria Ele já actuava. Quando se observa apenas o primeiro versículo da Bíblia fica-se com a impressão de que Deus Pai foi sozinho o Criador. Um indício decisivo de que não estava sozinho, porém, depreende-se do relato da Criação: “Façamos o homem” (Génesis 1:26). O Espírito Santo também participou. Do segundo versículo do primeiro capítulo de Génesis deduzimos a sua colaboração: “... e o Espírito de Deus pairava sobre a face das águas.” A Bíblia não apresenta toda a informação de uma só vez, frequentemente informa-nos de forma gradual. No Novo Testamento a pergunta “Quem” é desvendada precisamente. Em 1 Coríntios 8:6 Jesus Cristo está claramente incluido no acto da criação: “todavia para nós há um só Senhor, Jesus Cristo, pelo qual existem todas as coisas, e nós também por ele.” A palavra hebraica “Elohim”, em Génesis 1:1 é uma palavra plural para o Deus Criador. A actuação na Criação pode ser ilustrada, comparando-a a um acontecimento comum do nosso dia-a-dia. Saímos com o carro, como família, para visitar uns amigos. Ao chegar a hora de voltar para casa, como o Pai, digo: “Agora vamos voltar para casa.” Embora estando esta frase no plural, continua a significar que apenas uma pessoa se sentará ao volante para conduzir o carro. O resto da família senta-se igualmente no carro, e ‘anda no carro’, ainda que só o condutor esteja activo ao volante, no acelarador e no travão. Esta simples ilustração demonstra o que a Bíblia nos apresenta sobre o acto da criação. Deus criou o mundo através de Jesus Cristo. Isto está claramente apresentado em Hebreus 1:2. No início do Evangelho de João está documentado que tudo o que existe foi originado por Jesus: “Todas as coisas foram feitas por meio dele [= através da palavra = através de Jesus] e sem ele nada do que foi feito se fez” (João 1:3). Jesus Cristo é o Criador Sobre a actuação de Jesus na criação, lemos em Colossenses 1:16-17: “Pois nele [= Jesus Cristo] foram criadas todas as coisas que há nos céus e na terra, visíveis e invisíveis, sejam tronos, sejam dominações, sejam principados, sejam potestades; tudo foi criado por ele e para ele. Ele é antes de todas as coisas, e todas as coisas subsistem por ele.” No mundo visível e material não existe nada que não tenha sido criado através de Jesus. O imenso cosmos com os milhões e milhões de galáxias está aqui incluido, assim como o pormenor mais ínfimo da vida de uma célula ou formação estrutural de um átomo. Jesus não é só o autor de todo o micro- e macrocosmo, Ele tem também a soberania sobre tudo. Além disso, Jesus criou coisas que são, para nós, ainda invisíveis. Ele criou no céu um número incontável de criaturas a que a Bíblia chama anjos. Como tudo na criação de Deus é rico em variedades e ao mesmo tempo organizado, o mesmo pode ser dito para o mundo invisível, que apresenta termos como tronos, denominações, principados e potestades. Jesus não é apenas o Criador, mas é também quem sustenta este mundo. Tudo tem nele a sua existência. O mundo não foi abandonado após a sua criação, mas sim suportado e mantido através da Sua poderosa palavra. Logo não precisamos temer nenhuma catástrofe cósmica devido a ma colisão de estrelas ou o sobre-aquecimento ou arrefecimento do Sol. Jesus sustentará o mundo até ao Seu regresso. O ser humano não é o resultado de uma lotaria como pensava o vencedor do Prémio Nobel Jacques Monod. Nós fomos criados com um objectivo determinado – para sermos de Jesus! Sem este objectivo teremos falhado a nossa vida. Acção de Jesus como Criador no Antigo Testamento Em Provérbios 8:22-24 + 30 diz-se: “O Senhor me possuiu no princípio dos seus caminhos, antes de suas obras mais antigas. Desde a eternidade fui ungido, desde o princípio, antes do começo da terra. Antes de haver oceanos, fui gerado, e antes ainda de haver fontes carregadas de àguas ... Então eu estava com ele, e era seu arquitecto.” A palavra “arquitecto” utilizada na tradução de Lutero, indica a acção executiva de Jesus na criação. O versículo 25 do Salmo 102, é reproduzido no Novo Testamento, em Hebreus 1:10 e é aplicado a Jesus: “Ainda: Tu, Senhor, no princípio fundaste a terra, e os céus são obra de tuas mãos.” Como fez o Criador a sua obra? Perguntemos: como foi realizada a criação? Assim a Bíblia nos revela os métodos da Criação: através da palavra de Deus: Salmos 33:6; João 1:1-4 sem material inicial: Hebreus 11:3 pelo poder de Deus: Jeremias 10:12 pela sabedoria de Deus: Salmos 104:24; Colossenses 2:3 conforme a vontade de Deus: Génesis 1:26; Apocalipse 4:11 através do filho de Deus: João 1:1-4; João 1:10; Colossenses 1:15-17 conforme as características de Jesus: Mateus 11:29; João 10:11. Estes factores foram eficazes dentro dos seis dias da criação. Eles não estão sujeitos aos acontecimentos das leis naturais e são, por isso, somente compreendidos através da fé. As actuais leis da natureza regulamentam os acontecimentos no nosso universo, no entanto elas não são a causa, mas sim o resultado da Criação. O que nos foi dado em Jesus Cristo? Ele é o fundamento sobre o qual podemos estabelecer a nossa vida. Um banco fez propaganda para poupança de habitação com o ‘slogan’ “Sobre esta pedra você pode construir”. De Cristo podemos realmente dizer: “Sobre este fundamento você pode estabelecer-se”. Em Cristo tudo tem o seu motivo: a Criação, a Bíblia, a fé, a salvação, a paz, a esperança, o caminho para o Pai, o alvo da vida. Cristo é a rocha inabalável (1 Coríntios 10:4) na qual são quebrados todos os sistemas humanos inventados. Quando Deus diz: “Eu aniquilarei a sabedoria dos sábios.” (1 Coríntios 1:19) isso acontece então na rocha Jesus. Ideologias, ateísmos e sistemas de evolução despedaçam-se aqui. Os seus representantes terão também que dobrar os seus joelhos, um dia, diante deste Senhor (Filipenses 2:10), mesmo que eles agora ainda rejeitem tão veementemente o “Planeador”, “Desenhador”, “Criador” e “Salvador”. Por que é a Teoria da Evolução tão perigosa? Porque não nos dá apenas uma visão falsa do universo, também nos conduz a uma falta de esperança, como o escritor alemão Jean Paul apropriadamente descreveu no seu romance ‘Siebenkäs’: “Não é Deus ... em nada rígido e mudo! Necessidade eterna fria! Coincidência louca ... Como cada um é assim sozinho no túmulo distante do universo!” E ensino da evolução afirma poder explicar este universo sem o Criador. Por isso ele leva as pessoas, consequentemente, ao ateísmo. E com atitude ateísta chegamos ao inferno, conforme atestado por Jesus: “Quem crer e for batizado será salvo, mas quem não crer será condenado” (Marcos 16:16). Alguns tentam esclarecer a evolução como método de trabalho de Deus. Se Deus, porém, tivesse criado através da evolução, então: não existiria o primeiro casal humano; também não haveria pecado, porque a “Agressão é o volante que estimula a evolução” (Joachim Illies); Deus teria utilizado a morte como recurso para a criação; então não haveria motivo para a salvação através de Jesus. Ele que em confronto com o Adão pecador, também é chamado “o último Adão” (1 Coríntios 15-45). Estas afirmações provam que a Bíblia desfaz, e com isso rejeita, os fundamentos da chamada “Evolução Teísta”. Por isso, apenas podemos recusar profundamente essa falsa ideia. Uma ideia sensacional Conhecemos Jesus como o Criador de todas as coisas. Ele é aquele que esteve aqui desde a eternidade, e que é o Rei do reino celestial. A Ele foi dado todo o poder no céu e na terra (Mateus 28:18). Podemos compreender a seguinte ideia sensacional? O homem na cruz do Gólgota e o Criador deste universo e de toda a vida são um só, a mesma pessoa! No seu insondável amor para conosco, Ele deixou-se crucificar sem se defender, a fim de que a porta do céu se pudesse abrir para nós. Quem rejeita isso, perde tudo: “Como escaparemos nós se negligenciarmos tão grande salvação?” (Hebreus 2:3). Quem a aceita ganha tudo: “Quem ouve a minha palavra e crê naquele que me enviou tem a vida eterna, ... passou da morte para a vida” (João 5:24). Peça perdão ao Senhor Jesus por todos os seus pecados, para que seja aprovado perante o tribunal de Deus. Aceite a Jesus como seu Criador e Salvador pessoal e siga-O. Director e ProfessorDr. Eng. Werner Gitt

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Portugiesisch: Wie komme ich in den Himmel?
Portugiesisch: Wie komme ich in den Himmel?

Die grundlegende Frage, die suchende Menschen sich stellen, wird hier von Prof. Dr. Werner Gitt beantwortet. "Wie findet man den Himmel?" Auf jeden Fall nicht durch eigene Anstrengungen oder Konzepte. "Was aber bringt uns wirklich in den Himmel?" Gott hat die Einladungen für den Himmel schon verteilt wie im Gleichnis des Menschen, der zu einem großen Fest Einladungen verschickte. Doch viele Menschen redeten sich heraus. Prof. Dr. Gitt ruft dazu auf, nicht so "kurzsichtig" wie diese Leute zu sein. Jesus will uns vor der Hölle erretten und diese wird kein Vergleich zu der sogenannten "Hölle von Auschwitz" sein. Er hat am Kreuz für unsere Schuld bezahlt, wir müssen diese Einladung nur annehmen, dann ist ein Platz im Himmel "gebucht". Ein Entscheidungsgebet soll den Lesern dabei helfen. Dieses Traktat eignet sich besonders gut zur Weitergabe an suchende Menschen! Como Chegar ao Céu Muitas pessoas evitam pensar sobre a eternidade. Isso ocorre até com as que refletem a respeito da morte. A eternidade é um assunto que costuma ser colocado de lado. Quando criança, a atriz americana Drew Barrymore representou um dos papéis principais no filme “E.T. – O Extra-Terrestre”. Com 28 anos (Drew nasceu em 1975) ela declarou: “Se eu morrer antes do meu gato, dêem-lhe minhas cinzas para comer. Assim, pelo menos vou continuar vivendo através dele.” A ingenuidade e ignorância a respeito da morte realmente são assustadoras! No tempo de Jesus muitas pessoas vinham a EIe, e quase sempre suas preocupações eram de carácter terreno: Dez leprosos queriam ser curados (Lucas 17:13). Cegos queriam voltar a enxergar (Mateus 9:27). Alguém precisava de ajuda numa questão de herança (Lucas 12:13-14). Os fariseus vieram perguntar se deviam ou não pagar impostos ao imperador (Mateus 22:17). Poucas pessoas foram falar com Jesus para saber como ir para o céu. Um jovem rico procurou-O perguntando: “Bom Mestre, que farei para herdar a vida eterna?” (Lucas 18:18). Jesus disse o que eIe deveria fazer: vender tudo o que tinha e segui-Lo. Como o jovem era muito rico, não atendeu ao conselho de Jesus e perdeu a oportunidade de entrar no céu. Também havia pessoas que nem estavam à procura do céu mas, ao terem um encontro com Jesus, aprenderam acerca da vida eterna e imediatamente apro-veitaram a oportunidade. Zaqueu ansiava apenas ver Jesus, mas obteve muito mais do que esperava. No final da visita do Senhor à sua casa, Zaqueu encontrou o caminho para o céu. Jesus afirmou: “Hoje, houve salvação nesta casa, pois que também este é filho de Abraão” (Lucas 19:9). Como alcançamos o céu? Depois do que vimos, podemos afirmar: Alcança-se o reino do céu num dia determinado. É bom saber disso, pois você, prezado leitor, também pode receber hoje a vida eterna junto a Deus. Ganhar o céu não tem relação alguma com qualquer mérito pessoal. O reino dos céus pode ser alcançado sem preparação prévia. Quando não estão baseadas no que Deus diz, nossas próprias idéias sobre como chegar ao céu são absolutamente falsas. Veja estes exemplos de conceitos errados: em uma de suas canções, uma intérprete da música popular alemã fez referência à história de um palhaço que tinha deixado o circo após muitos anos de trabalho: “Com certeza ele vai entrar no céu porque trouxe alegria para muitas pessoas”, dizia a letra. Uma senhora nobre e muito rica mandou construir um abrigo onde vinte mulheres pobres podiam viver gratuitamente. Mas ela impôs uma condição: que essas mulheres orassem pela salvação da sua alma uma hora por dia. O que realmente nos leva para o céu? Para responder essa pergunta de maneira clara e precisa, Jesus nos contou uma parábola. No Evangelho de Lucas (14:16), EIe fala de um homem [simbolizando Deus] que preparou uma grande festa [simbolizando o céu] e mandou convidar muitas pessoas. As desculpas foram frustrantes: “todos... começaram a escusar-se. Disse o primeiro: Comprei um campo e preciso ir vê-Io... Outro disse: Comprei cinco juntas de bois... E outro disse: Casei-me e, por isso, não posso ir.” Jesus encerrou a parábola com a sentença do anfitrião: “Porque vos declaro que nenhum daqueles homens que foram convidados provará a minha ceia” (Lucas 14:24). Este exemplo mostra que é possivel ganhar o céu ou perdê-Io. O que decide a questão é aceitar ou rejeitar o convite. Poderia existir uma maneira mais fácil? Certamente não! Muitas pessoas ficarão fora do céu não por não terem conhecido o caminho que leva até lá, mas por terem rejeitado o convite que Deus lhes fez. Não devemos seguir o exemplo dos três convidados da parábola, que deram desculpas para não comparecer à festa! Ela deixou de ser realizada por causa disso? É claro que não! Depois de ouvir as recusas de seus convidados de honra, o dono da casa mandou convites para todos. Dessa vez os convites não foram sofisticados. Os novos convidados ouviram uma convocação singela: “Venham!” Todos que aceitaram o convite tiveram lugar garantido na festa. E o que aconteceu? Os convidados apareceram? Sim, as pessoas vieram em massa! Após algum tempo, o dono da casa ficou sabendo que ainda havia lugares vazios. Então ele disse a seu servo: “Saia novamente! Continue a convidar!” Vamos comparar esta parábola à nossa vida, pois ela tem muitos paralelos com a situação em que vivemos. Ainda há lugares vazios no céu, e Deus diz-lhe: “Venha, e tome o seu lugar no céu! Seja sábio. Faça sua reserva para a eternidade. Faça-a ainda hoje!” O céu é de uma beleza inimaginável. Por isso, o Senhor Jesus compara-o com uma festa. A Primeira Carta aos Coríntios (2:9) diz: “Nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais penetrou em coração humano o que Deus tem preparado para aqueles que o amam.” Não há nada, absolutamente nada nesta terra, que possa ser comparado ao céu, tamanha é sua beleza! De maneira alguma devemos perder a oportunidade de ir para o céu, pois eIe é precioso demais! Alguém nos abriu a porta: foi Jesus, o Filho de Deus! É graças a EIe que temos acesso à eternidade. Agora a decisão é nossa. Só quem for ignorante como os homens da parábola deixará de aceitar o convite. A salvação acontece através do Senhor Jesus Em Actos 2:21 lemos algo muito importante: “E acontecerá que todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo.” Essa é a verdade suprema do Novo Testamento. Quando estava na prisão em Filipos, Paulo resumiu o essencial nas poucas palavras que disse ao carcereiro: “Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo, tu e tua casa” (Actos 16:31). Este mensagem é curta mas tem poder decisivo e transformador para quem a aceita. Naquela mesma noite o carcereiro se converteu. Do que Jesus nos salva? Precisamos saber que Jesus nos salva do caminho que acaba na perdição eterna, no inferno. A Bíblia diz que os homens viverão eternamente – ou no céu, ou no inferno. Um desses lugares é maravilhoso, o outro é horrível. Não existe um terceiro lugar. Após a morte, ninguém mais dirá que tudo acabou quando fechou seus olhos aqui na terra. Nosso destino eterno é decidido pela nossa atitude diante de Jesus. A nossa eternidade depende de uma só pessoa, Jesus Cristo – e do nosso relacionamento com EIe! Por ocasião de uma viagem de conferências pela Polônia visitamos o campo de concentração de Auschwitz. Atrocidades terríveis ocorreram durante o Terceiro Império da Alemanha Nazista naquele local. Entre 1942 e 1944 mais de 1,6 milhões de pessoas, na maioria judeus, foram assassinados nas câmaras de gás e incinerados. A literatura fala do “Inferno de Auschwitz”. Fiquei pensando sobre essa expressão quando os guias nos mostraram uma das câmaras de gás onde morriam 600 pessoas de cada vez. Auschwitz foi um horror inconcebível. Mas será que ali já era o inferno? O nosso grupo de visitantes viu somente a câmara de gás vazia, agora fora de uso, pois felizmente o terror de Auschwitz acabou em 1945. Hoje o local está aberto à visitação pública. As câmaras de gás de Auschwitz tinham carácter temporário. O inferno da Bíblia é eterno. No hall de entrada do museu de Auschwitz um desenho mostrando uma cruz com o corpo de Cristo chamou a minha atenção. Com um prego, um dos prisioneiros havia riscado na parede a sua mensagem de esperança no Jesus crucificado. Esse artista anónimo também morreu na câmara de gás. EIe conhecia o Salvador Jesus. O lugar onde ele morreu era horrível, mas o céu estava aberto esperando-o. Quando alguém tiver chegado ao inferno, a respeito do qual o Senhor Jesus adverte tão insistentemente no Novo Testamento (Mateus 7:13; 5:29-30; 18:8), não haverá oportunidade de escapar. Como o inferno é eterno – ao contrário de Auschwitz – nunca teremos a possibilidade de visitá-Io como se visita um lugar turístico, entrando e saindo quando quisermos. O inferno é para sempre. Mas o céu também é eterno. É para esse lugar que Deus nos quer levar. Por isso, aceite o convite. Invoque o nome do Senhor e faça ainda hoje sua reserva no céu! Depois de uma palestra, uma agitada senhora me questionou: “Será que é mesmo possível fazer reserva no céu? Isso parece uma agência de turismo!” Eu concordei: “Quem não faz reserva não chega lá. Se a senhora quiser ir ao Hawai, também vai precisar de uma passagem.” Ela retrucou: “Mas é preciso pagar a passagem, não é?” – “Sim, é claro! A passagem para o céu também é paga, com a diferença de que nenhum de nós tem condições de arcar com seu preço. EIe é alto demais. O nosso pecado impede que cheguemos ao céu. Deus não admite pecado no céu. Quem quiser passar a eternidade com Deus precisa de ser liberto do seu pecado enquanto vive aqui na terra. Essa libertação só pode acontecer através de alguém sem pecado – e essa pessoa é Jesus Cristo. EIe é o único que pode pagar o preço. E EIe o pagou com Seu sangue, através da Sua morte na cruz.” Agora, deve estar se perguntando: O que devo fazer para entrar no céu? Deus estende o convite de salvação a todos. Muitas passagens da Bíblia nos convidam com insistência a obedecer ao chamamento de Deus: “Esforçai-vos por entrar pela porta estreita” (Lucas 13:24). “Arrependei-vos, porque está próximo o reino dos céus” (Mateus 4:17). “Entrai pela porta estreita (larga é a porta, e espaçoso o caminho que conduz para a perdição, e são muitos os que entram por ela), porque estreita é a porta e apertado o caminho que conduz para a vida, e são poucos os que acertam com ela” (Mateus 7:13-14). “Toma posse da vida eterna, para a qual também foste chamado” (1.Timóteo 6:12). “Crê no Senhor Jesus e serás salvo, tu e a tua casa” (Actos 16:31). Estes são convites insistentes. Os textos bíblicos são sérios e determinados. Agimos com coerência quando respondemos ao convite de ir para o céu com uma oração mais ou menos como esta: “Senhor Jesus Cristo, vivi até agora como se Tu fosses inexistente. Reconheci agora quem Tu és e por isso, pela primeira vez, volto-me para Ti numa oração. Sei, agora, que existe um Céu e um inferno. Salva-me, por isso, do inferno onde eu, por causa de todas as minhas faltas, em especial as de falta de fé, no fundo, tenha chegado. É meu desejo ficar para toda a eternidade no Céu, junto a Ti. Estou consciente de que não é por mérito próprio, mas somente pela Fé em Ti que posso alcançar o Céu. Porque Tu me amas, morreste numa cruz por mim, e tomaste sobre Ti as minhas faltas e por mim as pagaste. Eu Te agradeço. Tu vês, desde a minha infância, todas as minhas faltas. Cada pecado da minha vida é-Te conhecido - todos aqueles de que me lembro, mas também aqueles de que há muito tempo já me esqueci. Tu sabes tudo sobre mim, pois me conheces precisamente. Em cada movimento do meu coração Tu conheces perfeitamente, se é alegria ou tristeza, bem estar ou desalento. Sou perante Ti um livro aberto. Assim como sou e tenho vivido até agora, não posso sair justificado perante Ti, o Deus vivo, e por isso não poderei entrar no Céu. Por isso Te peço, perdoa todas as minhas faltas. De todo o coração lamento os meus pecados. Aceito-Te agora como meu Senhor. Assume Tu agora o domínio na minha vida. Desejo viver como Tu desejares. Por favor ajuda-me a despir-me de tudo o que não estiver certo perante Ti e dá-me de presente novos hábitos que estejam sob a Tua benção. Abre-me o alcance da Tua Palavra, a Bíblía. Ajuda-me a compreender o que me queres dizer n’Ela, e que eu encontre na Tua Palavra novas forças e alegria de viver. Tu deves ser, a partir de agora, o meu SENHOR, a quem eu pertenço com gosto e a quem quero seguir. Mostra-me, por favor o caminho que devo agora trilhar. Agradeço-Te por Tu me teres atendido. Acredito na Tua promessa que agora, ao dedicar-me a Ti, me tenha tornado num Filho de Deus que, um dia esteja eternamente junto de Ti no Céu. Alegro-me com o grande prémio que é ter-Te, já agora, a meu lado em cada situação. Por favor ajuda-me a encontrar pessoas que acreditem também em Ti e faz com que encontre uma comunidade biblicamente orientada, onde possa regularmente escutar a Tua Palavra. Amém.” Dir. e Prof. Dr. Eng. Werner Gitt

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